26/08/2015

Livros.

Tantos livros para ler e um tempo tão escasso faz com que os livros bons se tornem proibidos para só ler os muitos bons.  Todos os outros são lixo.
Na minha opinião (e ninguém está à espera que eu apresente aqui uma opinião que não seja a minha)estes livros são os de agora mesmo, os "obrigatórios", os para ler na areia, na relva da piscina ou ... ao pé da lareira, nas férias ou não, no verão ou no inverno...
Porque nós nos transformamos no que lemos, os livros nunca são indiferentes:

Desculpem não irem as fotografias direitas, mas mesmo assim foi difícil trazê-las para aqui...



















20/08/2015

As novas garrafas de águas: memobottle em formato A5!

De repente penso porque é que não fui eu que inventei isto?
As garrafas redondas não dão jeito nenhum e nunca pensei porquê.
Esta é moderna, formato "A5", "ergonómica" para as carteiras e pastas! :). Por todos os motivos e sobretudo porque há que reciclar.
 Agora já se pode comprar na Europa, online!





17/08/2015

Escolher outfits "eternos": às vezes é preciso.

Estive a rever A Janela Indiscreta do Alfred Hitchcock e percebi porque é que os plissados se continuam a usar. A próxima estação, ainda mais. Encontrei uma fonte de inspiração para perceber porque é que certas coisas são sempre bonitas, apesar de já terem passado tantas décadas.
Nos eventos em que há que ficar com recordações como seja casamentos, baptizados e primeiras comunhões devíamos escolher um destes outfits "eternos".
... Ou, pelo menos, pôr de parte a tentação de escolher algo "moderno" ou "na moda" que, daqui a uns anos, pareça ridículo. Estas imagens são de 1954.

13/08/2015

Eterna elegância.Sem idade.

Tem 60 anos e é um estilaço, uma fonte de inspiração, uma das personificações da elegância.
Carine Roitfeld, recentemente escolhida para personificar os outfits Tom Ford para myTheresa
Só dizer que as últimas "musas" do myTheresa foram Alexa Chung e a Diane Kruger... uns "anitos" mais novas. Agora foi a vez dela personificar o "eterno chique".

Mais uma história de moda. Jane + Birkin + Hermés

Agora aqui está uma história que tem uma saga, num episódio que começou agora mesmo. É uma das carteiras mais queridas do mundo e das que têm maior lista de espera. Sendo feitas às mão, cada uma demora 18 a 25 horas de trabalho (e muito haveria a dizer sobre o trabalho manual e os produtos de luxo, lembrando que uma das formas de medir os vestidos de alta costura bordados à mão é, precisamente, pelo número de horas de trabalho).

Neste caso, a história começou numa viagem de avião em que a Jane Birkin (um ícone dos anos 60 sobre quem muito haveria que contar) se sentou ao lado do presidente da casa Hermés e lhe disse, em tom de queixa, que não havia carteiras suficientemente grandes em que coubessem as coisas do seu bebé e que mantivessem a elegância. Foi então que a Hermés criou esta carteira e lhe deu o nome "Birkin". Até hoje, é uma das carteiras mais elegantes do mundo e das mais desejadas.

Só que nesta história há agora um "remake", uma saga ou um segundo episódio...

Recentemente a Jane Birkin que já não tem o mesmo glamour a atrair as atenções que teve noutro tempo, mas que mantém o nome, veio pedir à casa Hermés que retire o seu nome desta carteira por algo relacionado com os métodos utilizados a matar os crocodilos (este é um dos materiais - e dos mais caros - em que se fazem estas carteiras).

Já agora: esta mesma carteira protagonizou no passado mês de Junho um outro episódio, ao ser a carteira vendida mais cara do mundo, num leilão da Christie's em Hong Kong por 222 mil dólares. Era de "piton", em tom "fucsia", muito raro. E as ferragens eram em ... ouro.

Por último: estas histórias não têm fim... Presumo que o bebé da Jane Birkin fosse a Charlotte Gainsbourg (filha da Jane Birkin e do Serge Gainsbourg). Filha, portanto, de duas figuras míticas dos anos 60 e, ela própria, uma pessoa cheia de interesse e estilo (que venho seguindo há uns anos....).  Ia dizer que ela não é bonita como a mãe, nem feia como o pai, mas este Serge tinha cá um estilo de arreso.... arraso mesmo... e já aqui escrevi sobre ele... 




07/08/2015

Cintura marcada com correntes + brilho + pele + pêlo

A Louis Vuitton, pela mão de Nicolas Ghesquière (que, por acaso, é um rapaz muito bonito e começou a vida de designer com o Jean Paul Gaultier....), esta próxima estação evidenciou os looks com as cinturas marcadas com cintos de correntes, misturados com tecidos e malhas com imenso brilho (incluindo lurex), enormes casacos de pêlo e peças (blusões, saias e calças) em couro. Uma mistura que parece estranha mas ... resulta. As calças são de cintura mais subida e curtas, pelo tornozelo.
Uma fonte de inspiração para um dia-a-dia que se torna numa festa!
Além disso: quem não tem em casa um cinto de corrente? E é bom saber que o pode usar muito, já a partir de agora.

06/08/2015

Não gosto e ponto.

Não gosto, não gosto, não gosto.
Porque não gosto de ambiguidade.
Porque a ideologia de género é uma treta e não respeita a humanidade.
No que toca à fotografia, tudo mudaria se (i) ela tivesse uma pose menos masculino e / ou (ii) tivesse outro penteado.
E os que quiserem deslikem. Eu digo o que penso e estou-me nas tintas para a Moda Lisboa. Para a próxima que façam melhor que têm obrigação disso.
Isto é que não.



PS - eu não sou carneirinho para ir atrás do rebanho nem cadelinha para comer o que me dão.

Motivos para ir a Londres, ao V&A Museum

No Victoria &' Albert Museum (Londres), esteve uma exposição com o título "Savage Beauty" sobre o Alexander McQueen. Eu sou ultra-fã deste rapaz e é um dos designers mais inovadores dos últimos tempos. Penso nele vezes sem conta.
Além desta exposição que acabou no passado dia 2 :(:(:(, há mais duas a não perder, no mesmo Museu (!):


Pena a exposição do McQueen já ter encerrado. Lembro-me sempre de que uma das exposições mais vistas de sempre no MET de Nova Iorque foi, precisamente, sobre este rapaz.