31/05/2015

As minhas escolhas a metade do preço.

Quando o Verão ainda nem começou, a minha seleção de compras acertadas que valem a pena, a metade do preço (e estamos a falar de coleção desta estação).
É ocasião de aproveitar para renovar o guarda roupa com peças diferentes e que podem conferir muito estilo e renovação.
A melhor coisa é encontrar as peças de que gostámos e pagar metade por elas.

29/05/2015

Minha Mãezinha do Céu, querida Mãe



Aqui venho eu agradecer porque fomos rezar a Nossa Senhora de Fátima e, neste mês de Maio, arranjou trabalho a duas famílias.
Eu sabia que sim. Que muitas graças íamos receber. Para nós e as nossas famílias os nossos amigos, os nossos trabalhos, os doentes, os sacerdotes, tudo e todos. Mas a Nossa Mãe do Céu fez antes mais e melhor.
Somos uma sortudas.
E eu venho ao meu Blog só mesmo para Lhe agradecer.

Adolescentes: que lhes dizer?

O mundo seria perfeito se coincidisse (i) o que pensamos dizer, (ii) o que dizemos efectivamente  e (iii) o que as pessoas percebem. Mas quase nunca coincide. O mundo da comunicação entre as pessoas é muito complexo, muito rico e muito divertido e desde que tenho a Bonbon que me apercebo que a comunicação entre os animais é infinitamente mais simples e transparente.
O que dizer a uma adolescente que teima em fazer uma tatuagem de caveira nos ombros, um piercing à vaca no nariz, usar um biquini fio-dental ou que simplesmente usa maquilhagem que a parece fazer ter 40 anos?
Antes de tudo, é necessário investir. Em quê? Investir na educação dos filhos e dos adolescentes em geral. Parece-me que é o melhor investimento "material" porque é um investimento que tem sempre retorno com juros (e a falta de investimento também se paga muito caro, caro de mais). Às vezes não é possível explicar as coisas porque os filhos têm uma visão e uma "experienciação"diferente  (no caso dos adolescente é muito massificada e eles não gostam de se sentir diferentes dos outros: todos conhecemos o argumento do "todos têm" ou "todos fazem").
Às vezes não é uma coisa fácil, mas as coisas preciosas têm um preço elevado que vale a pena pagar por elas.
Nestas situações o que sobra sempre é falar. Falar só se deve falar em último lugar, acho eu. O que faz falta em primeiro lugar é perguntar e fazer as perguntas certas. Que perguntas? As perguntas necessárias para perceber. Perceber e compreender e pôr-nos no lugar, nas circunstâncias, na idade, no pensamento, nas aspirações dos filhos até chegar a perceber porque é que para eles é importante querer (ou dizer que querem) pôr um piercing que os vai assemelhar a um bovino. Ou porque é que querem, com 14 anos, usar batom vermelho e "cat eye liner" e tacões de 12 centímetros.
O mais importante para ajudar é compreender. Se nós não compreendermos o porquê, as causas, nunca, mas nunca mesmo vamos conseguir ajudar. Ponto.
A seguir vem o acreditar. Acreditar. Acreditar. Em quê? No simples e objectivo facto de que os filhos (e os adolescentes) têm uma coisa dentro da cabeça que é uma massa cinzenta que os faz raciocinar, mesmo que a evidência seja a ausência total de cérebro, pensar e chegar à verdade. Muitas vezes a culpa é dos pais que querem atalhar caminho e dão aos filhos o prato com a comida já mastigada. Isso não ajuda. Porque a diferença tem de começar dentro deles, não vem de imposições exteriores. Para chegarem a algum lado, os adolescentes têm de parar, têm de pensar, têm de questionar, têm de concluir. Nem que para isso tenham de tropeçar e, às vezes, magoar-se.
Por último, às vezes é preciso falar, dizer coisas, fazer afirmações e quase nunca é só "porque sim". Temos de mostrar o porquê e, para isso, temos de saber nós as razões. Os pais que não sabem o que querem da vida não podem ensinar os filhos, os pais que não são felizes, não conseguem criar filhos felizes (e a felicidade nunca é  o"tudo a correr bem"). Finalmente, os pais que não sabem o que é bom para os filhos, não conseguem formar os filhos porque isso é impossível e muitas vezes se confunde o que se quer para os filhos com aquilo que é melhor para os filhos. Para não falar dos pais (divorciados ou não) que usam os filhos como moeda de compra ou de venda de agressões entre si.
Ás vezes as opções mais justas dos filhos são as que mais custam aos pais, mas aceitá-las faz parte do nosso percurso de vida e do nosso amor pelos filhos. Porque os pais têm necessidade de continuar a "educar-se" a si próprios continuamente até porque não aprender é morrer.
O "porque não" nunca é uma razão que motive os filhos a actuarem de acordo com o que é melhor para eles. O cuidado no que se diz, como se diz, onde se diz talvez ajude a passar a mensagem. Um "é feio" talvez seja melhor do que o "fica-te mal" ou o curto e grosso"não gosto".
Nós temos de nos continuar a educar sempre. E a paciência é uma coisa que existe e que nos leva longe e nós temos de ter consciência disso.
É tempo. E o tempo é escasso e o melhor luxo é vivê-lo da melhor forma possivel

Falling from the sky






Não sei são "os melhores" mas que são amiguinhos das mulheres, disso não tenho dúvida ( dos homens também, sobretudo se pensarmos nos "Cristianos Ronaldos" da vida).
Também não sei se são eternos, mas que fazem boa companhia, disso também  não tenho dúvida



Estes são da Luísa de Brito Joalheiros, à venda na Ourivesaria Portugal (Amoreiras).
Mas encontram em qualquer Parfois ou Acessorize da vida :) :) :)

27/05/2015

Roubaram-me a matrícula

Pronto. Ontem cheguei ao carro e estava sem matrícula da traseira. Roubaram-ma e para coisas boas é que não foi. Vamos ter folhetim. Sempre foi um mimo estar à conversa com o agente Ricardo da Esquadra da minha área de residência que diz "subtracção"  em vez de dizer furto. Eu não o corrigi porque realmente deixei o carro todinho na garagem e quando lá cheguei estava o carro menos o raça da matrícula. Gosto assim quando se resolve tudo com fórmulas algébricas de segurança matemática. Grande agente Ricardo!
Já agora: a matricula foi roubada na garagem. E desde ontem até hoje que não faço nada na minha santa vidinha que não seja esquadra-loja de  fazer matrículas- loja de colocar matrículas - leva a Bonbon à rua no carro para ver se ela se alivia na rua e não no carro  a ver se o raça dos ladrões agora não aviam a matricula da frente.
Tudo com facturas, claro (a mais demoradinha foi a  do agente Ricardo que só na esquadra estive duas horas da minha vidinha). Que vou usar quando virem as notificações de que ando a assaltar bombas de gasolina, passar portagens ou roubar carros.
Tudo muito fácil de resolver. Medo mesmo só tenho das portagens porque ai vão os anéis e os dedos com as finanças a cobrá-las.
vai lá, vai. Um país onde a pessoa tem mais medo de ser apanhada a passar portagens sem pagar do que ser apanhada a roubar carros.. Vai lá, vai.

Ajudar as pessoas só porque sim.

O ginásio é uma fonte de inspiração. Não deixei de ter na cabeça a frase de hoje de "queimar é bom". Realmente queimar é bom, nem que cheire a farrusco. Há que queimar muitas coisas.
Há meses (quantos?) que ando aleijada numa perna. normalmente as pessoas é ombros, joelhos e essas coisas mais evidentes. Eu é a perna. Coxeio. Não liguei, não abrandei até que fui parar mesmo a uma clínica de encher chouriços  no qual me foram diagnosticadas coisas de tradução impossível ("googlei" a linguagem dos exames e fui parar a coisas estranhas. Quando cheguei a bicos de papagaio desisti de googlar e fui mesmo falar com ortopedista, bem meu amigo). Tudo inconclusivo, claro também com bicos de papagaio na perna,, não podia ser
Tudo a propósito da perna e de ter de parar o ginásio. Hoje estava um PT que não tinha nada a ver com o assunto, que podia ter passado ao lado mas que me resolveu ajudar. E ajudou mais do que uma sessão de fisioterapia, mais do que o médico veterinário (sem ofensa para os veterinários) que me fez o raio X e a eco. Perdeu tempo comigo, explicou-me tudo sobre tendões, músculos,  cargas e contra-cargas, deu-me uma lista de exercícios e só sei que saí do Holmes Place como nova e com um elenco de exercícios que me vai ajudar mais do que tudo. Ajudou-me porque sim. Não tinha motivo, não tinha obrigação como tinha o veterinário (sem ofensa para os veterinários). Possivelmente ajudou-me porque gosta de ver as pessoas bem e porque seguramente é uma pessoa de bem, de bem como a vida, com ela própria e com o mundo.
E  já agora: chama-se Celso e trabalha no HP da 5 de Outubro.
Como não faz ideia que eu escrevo aqui, vai ser igual para ele.
O mundo seria muito melhor com muitos Celsos.

25/05/2015

Disciplina

Tenho de me disciplinar. Se não, acontece sempre o mesmo: a excepção passa a regra e perde-se a piada e a pinta. E mais vale piada com pinta.
Quase nunca se pode ter tudo.



E lá ficam as sabrinas nos pés o dia todo.

Vestidos.

Gosto de vestidos largos, soltos, fluidos, que se põem sem pensar em mais nada e que se usam usam, usam de mil formas diferentes, dependendo dos acessórios, do dia, do "mood".
Simples ou com estampados.

Vai dar banho ao cão.

Já sei o que é "vai dar banho ao cão".
Há sempre uma primeira vez para tudo. Aqui fica registado para memória futura. Quem também parece que precisava de ser cardada é a dona da Bonbon, mas não há quem resista a esta ventania.
Em matéria de "outfit": gosto de cinzento com branco. Sem dúvida nem reticências.


Óculos de Sol. Novas formas.

Em matéria de óculos de sol podíamos escrever um tratado que, para mim, começaria pelos óculos de sol do meu avô, com os quais eu não me lembro de o ter visto, mas que lhe pertenceram. As lentes amarelas completamente redondas com as armações em metal, assumidamente metal.


Depois ficaram na memória alguns óculos icónicos. Alguns permanecem e só para dar alguns exemplos que têm piada, aqui fica:

1. Os grandes que a Jackie O. usou e que inspiraram a Ray-ban que lhe deu o nome.
2. Os "cat-eye" da Gace Kelly e da Brigitte Bardot
3. Os imortalizados pela Audrey Hepburn da Oliver Goldsmith  que ainda hoje se fabricam com o nome Audrey e que encontram à venda na Farfech (infelizmente parece que só no site do Brasil), mas que também inspira um modelo da Celine e muitos outros de outras marcas.
4. Quando vejo o modelo da Persol não consigo esquecer-me da imagem maravilhosa do Steve MacQueen e do seu perpétuo estilo casual-chique, fonte de inspiração para todos os homens!
Neste momento em que escrevo, estão a fazer caminho os óculos retro mas em formato contemporâneo, que às vezes nos transportam para a ficção cientifica ou para o tão próximo ciber espaço.
O que me parece mais interessante é que as formas são mais estilizadas mas diretamente retiradas das clássicas.
Estes são da Dior