28/12/2014
25/12/2014
Desejo de Natal
Queridos Leitores
Neste Natal, o Blog da Maria pede por todos e por cada um dos seus leitores, para que encontrem a Beleza, Alegria, Felicidade e Paz, caminho seguro de cada um.
Deixo-vos o maravilhoso quadro da Adoração do Menino Jesus de Caravaggio que é, para mim, uma fonte inesgotável de inspiração, luz, beleza e paz.
Um beijo grande e um obrigada pela vossa companhia e apoio, com a promessa de um número infindável de posts que ainda estão na minha cabeça mas que já começam a entupi-la : ) :) :)
Que as nossas vidas sejam "lugares de beleza"
20/12/2014
Viseu.
Viseu é assim. Uma mulher vai, pela primeira vez na vida, pintar as unhas com gelito (e a promessa de durar um mês: depois conto!) e vê este espetáculo, na Igreja dos Terceiros, no Rossio.
18/12/2014
Victoria´s Secret: o segredo.
O segredo da Victoria's Secret é muito simples e conta-se em poucas linhas: fazer um super show a passar em tudo o que é televisões, telejornais, revistas com "anjinhos" com direito a asas (as mais valiosas) e outras sem as asas, mas todas num corpo (des)coberto absolutamente fabuloso em soutien e cuecas reduzidos, saltos altos vertiginosos, meias suspensas por ligas, cheias de plumas, purpurina e pedras preciosas (de milhões) para vender roupa que é uma porcaria para as mulheres "normais" (= sem corpo de vertigem).
Não joga a bota com a perdigota. Ou esta gente se engana ou anda a enganar.
Os corpos das modelos fazem inveja até às pedras da calçada e as mulheres comuns ficam com aquele nervoso miudinho a chamar nomes à natureza que deu tanto a tão poucos e tão pouco a tantos (grupo em que se incluem). Isso já deu muito que falar, muita polémica.
As "pobres" rapariguinhas "normais" que olham para aquilo e ato contínuo é caírem em frustração porque não alcançam ter corpos de estalão, musculados e "siliconizados" nas doses certas para uma forma perfeita e de cair para o lado, sim.
Agora vamos ao segredo da Vitoria's Secret: pôr as rapariga de corpinho ao léu num espectáculo que termina com duas em reduzidas pedras preciosas de milhões para vender ao comum dos mortais roupa interior que não presta para nada.
Há aqui qualquer coisa que não dá certo para as mulheres: as que compram mas não têm o corpinho para dar ao manifesto nos shows da Vitória merecem coisinhas melhores do que as coisas de má qualidade que vendem nas lojas. Uma porcaria que atira a Oysho (grupo Inditex) para a categoria de "premium" e nem chega aos calcanhares da cangalhada da Primark (onde comprei um top por indicação de uma Londinense que ainda me dura hoje). Para não falar da Dim, da Triumph e ...da La Perla...
Agora vamos à história da Vitória: parece que havia um homem que queria comprar roupa interior para a mulher. Mas - vá-se lá saber porquê - não ia com a dita (porque devia andar ocupada com outros afazeres: com um marido destes também a compreendo). Então teve a brilhante ideia de criar lojas de roupa interior (de mulheres) em que as empregadas vestissem a roupa interior para que ele visse com os seus próprios olhos como é que ficavam no corpinho, o que é sempre bom (não há nada como a experiência). Não cheguei a perceber se também dava direito a apalpar os tecidos (também é importante para testar a qualidade). Parece que o homem acabou mal mas antes disso vendeu a empresa por um preço exorbitante (isto é tudo de vertigem) ao raça do atual proprietário que não anda a apalpar nem a mandar as empregadas vestir a roupa interior na privacidade das lojas mas teve uma ideia muito mais brilhante: fazer isso em público e com efeitos mediáticos de dimensão mundial. A única diferença é que as veste com lingerie exuberante e vai vender nas lojas porcarias a preços ... exorbitantes.
Se isso não fosse nas Américas e na Europa eu dizia que era o negócio da China.
Agora, para atirar areia para os olhos, depois da polémica sobre o exibicionismo destes shows, manda o recadinho pela portuguesa Sara Sampaio. Porque, coitadita da moça, não pode ter o corpo da não-sei-quantas (se não souberem do que estou a falar: vejam o vídeo, em baixo).
Pena é que o homem pensa que as mulheres são parvas. E dá nisto.Como os homens gostam, passa na televisão.
Depois venham-me falar da ..... da"igualdade de géneros", venham, que eu mando-os todos mas é à .....
Não joga a bota com a perdigota. Ou esta gente se engana ou anda a enganar.
Os corpos das modelos fazem inveja até às pedras da calçada e as mulheres comuns ficam com aquele nervoso miudinho a chamar nomes à natureza que deu tanto a tão poucos e tão pouco a tantos (grupo em que se incluem). Isso já deu muito que falar, muita polémica.
As "pobres" rapariguinhas "normais" que olham para aquilo e ato contínuo é caírem em frustração porque não alcançam ter corpos de estalão, musculados e "siliconizados" nas doses certas para uma forma perfeita e de cair para o lado, sim.
Agora vamos ao segredo da Vitoria's Secret: pôr as rapariga de corpinho ao léu num espectáculo que termina com duas em reduzidas pedras preciosas de milhões para vender ao comum dos mortais roupa interior que não presta para nada.
Há aqui qualquer coisa que não dá certo para as mulheres: as que compram mas não têm o corpinho para dar ao manifesto nos shows da Vitória merecem coisinhas melhores do que as coisas de má qualidade que vendem nas lojas. Uma porcaria que atira a Oysho (grupo Inditex) para a categoria de "premium" e nem chega aos calcanhares da cangalhada da Primark (onde comprei um top por indicação de uma Londinense que ainda me dura hoje). Para não falar da Dim, da Triumph e ...da La Perla...
Agora vamos à história da Vitória: parece que havia um homem que queria comprar roupa interior para a mulher. Mas - vá-se lá saber porquê - não ia com a dita (porque devia andar ocupada com outros afazeres: com um marido destes também a compreendo). Então teve a brilhante ideia de criar lojas de roupa interior (de mulheres) em que as empregadas vestissem a roupa interior para que ele visse com os seus próprios olhos como é que ficavam no corpinho, o que é sempre bom (não há nada como a experiência). Não cheguei a perceber se também dava direito a apalpar os tecidos (também é importante para testar a qualidade). Parece que o homem acabou mal mas antes disso vendeu a empresa por um preço exorbitante (isto é tudo de vertigem) ao raça do atual proprietário que não anda a apalpar nem a mandar as empregadas vestir a roupa interior na privacidade das lojas mas teve uma ideia muito mais brilhante: fazer isso em público e com efeitos mediáticos de dimensão mundial. A única diferença é que as veste com lingerie exuberante e vai vender nas lojas porcarias a preços ... exorbitantes.
Se isso não fosse nas Américas e na Europa eu dizia que era o negócio da China.
Agora, para atirar areia para os olhos, depois da polémica sobre o exibicionismo destes shows, manda o recadinho pela portuguesa Sara Sampaio. Porque, coitadita da moça, não pode ter o corpo da não-sei-quantas (se não souberem do que estou a falar: vejam o vídeo, em baixo).
Pena é que o homem pensa que as mulheres são parvas. E dá nisto.Como os homens gostam, passa na televisão.
Depois venham-me falar da ..... da"igualdade de géneros", venham, que eu mando-os todos mas é à .....
14/12/2014
Continua a dar cartas. Inspiração.
Quando se pensava que o sítio do costume já não trazia nada de novo, continua a dar cartas surpreendentemente.
Tentação. Objeto de desejo. Não fosse a trabalheira...
Está no radar. Aqui.
Sinceramente: não fosse a trabalheira que isto dá a vestir e a despir (e não é só de manhã e à noite, imaginem...): já cá cantava.
Amo de paixão.
Mas não o suficiente para o tempo que me vai fazer perder e as camadas que, por agora, tinha de pôr por cima e por baixo.
Só de pensar....
Veja mais:
26/11/2014
Local de trabalho ou de engate?
Hoje: depois de conferências telefónicas com clientes em lugares longínquos, um implante de um dente na boca (com direito a serra e tudo), uma sessão de fisioterapia ao dedo (que ficou inchado e torto desde há um mês numa lesão desportiva no Spartans! o dedo da minha aliança que agora não cabe lá! Podia ter sido outro dedo, mas foi logo esse :( :( :) ), o que me levou às lágrimas por estas "perdas de tempo" com corridas e stresses, com coisas que mandam outras para trás, no final do dia "reclusei-me" e foi a hora da inspiração. Aqui vai, em forma de "chuto" (não se magoem!!!!):
Com dor de dentes, sim. Mas entrou-me: o centro é a família e o resto ganha tudo com isso.
Aqui fica. Só espero que aproveitem tanto quanto eu.
E sempre: um beijo da Maria com a promessa da companhia a um simples clique!!!!! E desculpem a minha linguagem. Sem cerimónias....
PS: e se um colega lhe pedir insistentemente para ir sair com ele (um café, um almoço, um gin tónico no bar da moda, ....) diga que não, mesmo que o motivo seja "desabafar". Se ele insistir mais, não o deixe pendurado. Aceite. Peça-lhe o dinheiro e vá sozinha.
Esta regra tem exceção: se o convite vier de um bem "apessoado" e se você não tiver conjuge à espera. Vá. Vá. Vá. Sabe Deus o que daí virá.
- Muitos problemas se resolveriam se as mulheres e os homens que todos os dias saem para o seu trabalho e se apartam das suas famílias por mais longas horas do que as que estão com elas (acordados) têm como primeira prioridade - e o têm no centro do seus corações - a sua família.
- Trabalham mais, concentram-se mais, aumenta a produtividade: ganha a entidade para quem trabalham.
- Pessoas felizes trabalham mais e melhor. Pessoas que se sabem amadas, ancoradas por uma família sólida, focadas, bem resolvidas, não perdem tempo "à procura" ou desconcentradas pela falta de ordem (na vida mas, sobretudo, dentro da cabeça).
- E por último (e vai à bruta: desculpem, sim?): porque esta é a forma mais eficaz e segura de não ir fazer para o trabalho o que se é para fazer em casa. E estes casos multiplicam-se com um final que nunca é bom: nem para a empresa, nem para a família nem para os próprios.
- E já agora: isto passa pela roupa ou por aquele "certain regard" (=um certo olhar) que leva certos homens a ver nas colegas de trabalho um objeto apetecível (e descartável, é certo). Raios que os partam, sim. Mas aquele "certain regard" - e o objeto do mesmo - também se põe a jeito do "raios que os partam". Voz da experiência que já passei por muitos antros destes que, em certos momentos, mais pareciam local de engate do que de trabalho.
Com dor de dentes, sim. Mas entrou-me: o centro é a família e o resto ganha tudo com isso.
Aqui fica. Só espero que aproveitem tanto quanto eu.
E sempre: um beijo da Maria com a promessa da companhia a um simples clique!!!!! E desculpem a minha linguagem. Sem cerimónias....
PS: e se um colega lhe pedir insistentemente para ir sair com ele (um café, um almoço, um gin tónico no bar da moda, ....) diga que não, mesmo que o motivo seja "desabafar". Se ele insistir mais, não o deixe pendurado. Aceite. Peça-lhe o dinheiro e vá sozinha.
Esta regra tem exceção: se o convite vier de um bem "apessoado" e se você não tiver conjuge à espera. Vá. Vá. Vá. Sabe Deus o que daí virá.
24/11/2014
Palavra do dia: saia com tudo a multiplicar-se. Assumidamente.
Não passa este Inverno sem uma saia assumidamente comprida, sem ambiguidades nem equívocos. Ando enganchada nas saias compridas, abaixo do joelho.
Ontem experimentei uma na Zara das Amoreiras. E fiz dela a minha escolha. Polipele. Plissada mas cai bem: direita, sem problema de multiplicar a visão da parte de baixo como costuma acontecer com os plissados.
Saias mais compridas. Para serem acompanhadas, da parte de cima, por malhas em formato "clean" (preferência para a caxemira ou seda com lã), ou blusa (de preferência masculina ou em onda militar de cintura marcada).
A parte de baixo é que faz toda a diferença. Muitas conjugações de que resultam looks completamente diversificados, para contextos e "moods" diferentes. Como são os nossos, certo? De facto, não há um dia igual ao outro.
Aqui fica:
18/11/2014
"Casamentos" improváveis.
Dia sombrio e há que passar a chuva em falso porque a luz brilha. Luz. Luz de dentro e luz que nos surpreende também algures lá no fundo.

Na verdade, amo as misturas,
Xadrez vs riscas
Blazer masculino acertoado vs folhos ultra-femininos.
Chapéu masculino (q.b.) vs brincos compridos de folhas e flores
As calças, essas, têm o novo formato: mais largas, cintura (muito) subida e curtas.
Para ver mais, aqui:
Para ver mais, aqui:
13/11/2014
Descubra as diferenças
A visão é dantesca mas, como a própria faz questão de a publicitar em todos os jornais e revistas normais (= não pornográficas) e porque nós não nos queremos habituar à porcaria que é ver uma mulher reduzida a carne no talho, aqui fica a notícia de útima hora: a partir de hoje não há diferença entre a visão da Kim Kardashian e a de um "enorme" traseiro. Reluzente e gorduroso. Mais enorme que o ENORNE aumento de impostos sofridos em Portugal nos últimos anos. Porque este é um traseiro onde cabe tudo mas que não cabe em lado nenhum.
Tenho dito.
Tenho dito.
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