30/04/2014

Incrível. De repente, estão na moda, na ordem do dia...

                               
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Parece que, de repente, estão na moda. Na televisão é a toda a hora. Um dos (muitos) programas de talentos musicais, enquanto faço o jantar ou simplesmente "zapping" na televisão, não deixo de ver a freira que é notícia porque canta melhor e com mais presença que muitas "pop star" e ela própria se transformou numa. Mas a história com que hoje me esbarrei foi ao contrário.
É uma brasa em qualquer parte do mundo. Modelo e atriz (fez vários filmes). Esta mesmo:

29/04/2014

Histórias da minha vida...

Mais uma. Da minha vida, meu querido blogue. Não te vou contar as circunstâncias de tempo e lugar, nem penses! Dar à língua que, no meu caso é "dar ao blog", tem muito que se lhe diga. Principalmente porque "pela boca morre o peixe". E, por isso, fecho a boca, que ainda é cedo para eu patinar. Mas vou-te contar esta.
O dia anterior tinha sido dia de festa a que tinha gostado de ir (ora bem!) mas mais uma crise de tosse cavernosa (irra!), com telefonemas em lágrimas para a médica, e o frio da noite (e, já agora, a minha sensatez), deixaram-me presa em casa toda triste. No dia seguinte levantei-me de manhã filada em exercitar o físico a ver se o venço e fui correr para a estrada do Guincho. Eu a correr e turistas a tirar fotografias pela estrada. Uns vieram de autocarro. Como estes eram de um dos "países ricos do norte" apeteceu-me fazer-lhes o gesto que o Bordalo Pinheiro imortalizou no "Zé Povinho". Não fiz, mas devia ter feito que eles não tinham percebido e, depois, dizia-lhes adeus e ficavam todos contentes a dizer, na língua deles,  que "o povo português é muito amigável". E isto a gente tem é de agradar aos turistas. Mas o que é importante é que me senti rica e feliz por ter aquela estrada para correr sempre que eu quiser (e tiver saúuuuuuudeeeeee)- Eles (do "país rico do norte") só a têm para tirar umas "fotos" e seguir caminho para o seu "país rico do norte" bem cinzentinho (a começar nos fatos da chefe do governo deles). BOA!!!! Ter as ruas para correr é ter muito, principalmente com esta vista, esta luz, este mar.
A seguir a esta corrida de tarde toda (!) (está bem, está bem, fomos almoçar às 5 da tarde, em cima do mar, mas eu "dietei-me" com uma salada) venho a casa, tomo um duche com aquela sensação melhor do mundo e vou para um determinado lugar em que estava igualmente filada em ir. Pois foi assim mesmo o meu dia. E vou-te descrever, meu querido blog o que ali vi. Umas pestanas lindas e compridas que não terminavam, numa maquilhagem de horas. A blusa reconhecia-a: Yves Saint Laurent. Os folhos da frente, os punhos com umas tiras a dar um laço a partir do qual caiam em sino por cima da mão. Se eu pudesse e soubesse fazia uma assim. Uma beleza! No dedo médio um anel enorme de brilhantes e ouro branco.
Na outra mão, no dedo anelar e no dedo mindinho, uns anéis igualmente maravilhosos que desprendiam tanto brilho quanto "luxo". As unhas eximiamente maquilhadas com um verniz muito escuro ("rouge noir" ou preto?), cortadas rentes, como agora se usa (e como eu gosto). As calças eram pretas de um corte único muito sofisticado e discreto que fazia lembrar vagamente a "Real Maestranza" de Sevilha ou simplesmente a festa brava. Mas discretas e lindas, maravilhosas. De griffe, isso sim de que não tenho dúvidas. Pareceram-me as da Yves Saint Laurent do Inverno passado (ou talvez do anterior, não me lembro). O casaco, preto, com umas aberturas laterais não me fez "trepar" de amores, mas também o aviava. A mala de verniz preto em formato "shopping bag" e de uma pele completamente maleável (Céline? Stella? Não percebi). Num dos ombros um dos clássicos da Louis Vuitton: um lenço em caxemira em tom de chocolate-caramelo, com aquele brilho absolutamente discreto da caxemira pura de primeira qualidade.
Dos sapatos não gostei. Os saltos para cima de 12 cm e de plataforma com tachas numa de "não joga a bota com a perdigota", num efeito inesperado de "drag queen" (rasca).Os sapatos eram de griffe, claro. Talvez Prada ou McQueen. Eu bem lhe vi as letras douradas em baixo porque eram tão altos que se conseguia ver. Mas percebi pelos sapatos que o estilo não era genuíno. Não ficavam ali bem (e não era um mero desacerto que qualquer pessoa com resmas de estilo sempre tem). E quando o estilo não é genuíno, há sempre gato escondido com o rabo de fora ou - pior ! - rabo escondido com o gato de fora.
Mas tudo bem. Até aqui, claro.
O pior é que, sabes querido blog? Não era uma "ela", era um "ele"...
E eu, no meio das griffes, das poses, das unhas, das jóias, da maquilhagem, da blusa, das calças. só me saía uma única palavra:
LAMBISGOIA.
SUA LAM-BIS-GOIA!

P.S.I: Não foi bem assim. Saiu-me outra palavra (e mais outra, a bem dizer), mas vou fechar a boca com super cola tudo e não a vou dizer.
P.S.II: As coisas de mulher ficam bem às mulheres, as coisas de homens ficam bem aos homens.
P.S.III: Não fiques preocupado. Eu reparei em tudo sem se notar que eu estava a olhar. Eu sei (há muito tempo) que é falta de educação olhar fixamente para as pessoas. Mas a minha memória (para o bem e para o mal) é selectiva e, não sei como, consigo reter tudo num lance de um segundo. E, sim, é verdade, coexiste em mim esta capacidade de retenção rápida de informação que me interess com uma falta de orientação que não tem comparo neste mundo que, se eu tiver de ir de Lisboa a Santo António dos Cavaleiros, não consigo. Quem fala de Santo António dos Cavaleiros, fala doutro sítio qualquer (eu tenho vergonha de dizer nomes porque ... toda a gente lá sabe ir .... menos eu..) Mas que vai uma mulher fazer, heim?

Kisses da Maria.

24/04/2014

Enterro trocado.

É só mais uma das minhas meu querido blog.
Disse em casa que a mãe da minha amiga tinha morrido, rezei-lhe pela alma e apressei-me a ir ao enterro que os amigos são para estas ocasiões e isto de se finar a mãe de uma pessoa deve custar como o catano (desculpa o vernáculo, mas julguei mesmo que já te tinhas acostumado).
Lá cheguei à Igreja que estava tão cheia, mas tão cheia que pensei que a mãe da minha amiga - senhora tão querida - tinha mesmo muitos amigos e devia ser pessoa mais importante do que eu julgava que funerais assim com tanta gente é mesmo só para pessoal conhecido. E, por falar em conhecido: cheguei ao enterro (Missa de corpo presente) e logo vi uma cara que me parecia familiar mas pensei que logo havia de perceber de onde. Lá entrei na Igreja enorme, muita gente, muito mundo e caras muito famosas de tão conhecidas que são. Homília bonita, muito comovente até. Completamente apropriada para a mãe da minha amiga que era uma pessoa mesmo assim. No final, lá me vieram as lágrimas que o texto lido pelos familiares foi muito bonito e - pensei eu - mesmo a fazer lembrar a mãe da minha amiga, que era mesmo assim. Tal e qual. No final das cerimónias (bonitas, diga-se), pediram que se deixasse sair a família e que as pessoas só saissem depois para os cumprimentos de ocasião já fora da Igreja. Ok. pensei eu. Fico aqui a rezar um bocadinho que isto vai demorar com tanta gente. O pior é que não via a minha amiga. Bem procurei, mas não a vi. Nem ela nem a família dela. E as pessoas que conhecia vagamente eram todas da televisão.
Olha meu querido blog. Bem lhe rezei pela alma. Mas a senhora ainda não morreu.
Fui a um enterro enganada.
Para epílogo, vou-te só  dizer que ainda fui a tempo. A tempo de as pessoas da minha casa não terem dito a ninguém e de as informar que, afinal, a pessoa que tinha morrido era outra. E dizer que - claro - a culpa foi minha. Fui eu que troquei o nome. Uma mulher troca-se e, de vez em quando, assobia nas curvas e anda fora dos postes. Mas é só mesmo de vez em quando.
No final da história, está tudo bem.  Por esta já lhe rezei pela alma e já as leva, quando for. Quando for ... Não foi desta....

Não são a mesma coisa. Não. Mas "vi, experimentei e gostei"

Chanel                                  -------------------- >                       Gloria Ortiz (no El Corte Inglés)

Não são a mesma coisa. Principalmente o preço ....

.... Foi hoje no El Corte Inglés, depois de sair de uma reunião de .... muitas horas ... em línguas estrangeiras e cabeça cansada de tanto "statement"...

23/04/2014

FÁTIMA NO MUNDO

Já sei que me vou emocionar.
Mas não vou perder.
Nas salas da Lusomundo de Lisboa (Amoreiras), Porto, Coimbra, Cascais, Braga, Vila Real e Viseu, entre 08 e 18 de maio, com sessão às 19:00. Bilhetes a 4 euros. Reservas em www.zonlusomundo.pt. 
O trailer do filme:


20/04/2014

Looks de Páscoa.

Mais valia mostrar a beleza da cidade de Viseu. Fui correr pela cidade e a experiência é maravilhosa. A cidade é a minha origem. Sou daqui. É a minha cidade. É a minha terra. Sou de Viseu e, mas propriamente, de Povolide. Mas a experiência de correr na cidade a ouvir música, a mistura da adrenalina com os cenários idílicos das fontes, dos jardins e a solidez e imponência da cidade antiga é maravilhosa. Única.
Mas, depois, uma mulher vai às compras, entra numa loja e começa a fotografar-se ao espelho e dá nisto que aqui fica, em baixo :) :) :)
... O vestido é .... este.

15/04/2014

"Indispensáveis" Primavera / Verão 2014!

Franjas: ou se gosta ou não se gosta. 
Eu gosto, sempre gostei. Por isso, sempre usei.
Agora estão na fila da frente da "ordem do dia " e preferimos se forem em acessórios.
Embora haja outras peças que nos conquistam sem sobra de quaisquer dúvidas.



Mais:

14/04/2014

Festa de Anos em Casa.

Aprendi - dolorosamente - que enquanto cá estamos temos de aproveitar todos os momentos com os que
estão connosco. Aniversários de anos, de casamento, de início de namoro, festas (vem aí a Páscoa!). Eu sou muito festeira. Gosto de festas. Agora de maneira diferente, é certo. Adiante.
Cansada que nem uma mula, senti falta de inspiração, mas fiz tudo, como é costume (com excepções em festas especiais com muitas pessoas) sozinha, ajuda aqui e ali dos que me apareciam mas muito pontual. Tudo bem. Eu distraio-me imenso a cozinhar e "des-stresso" a arranjar a casa.
Compras feitas em dois finais de tarde porque vai a um e não tem tudo e volta a outro no dia seguinte. Ok. Tudo normal, portanto. E foi no sábado. Comecei por ir ao final da manhã ao mercado de Campo de Ourique à senhora das flores que me conhece há x + x anos (é melhor nem dizer quantos: foi pela mãos dela que passaram os arranjos das primeiras comunhões e dos crismas dos meus filho
s. Arranjou-me uns molhos de flores amorosas: margaridas, cravos cor de rosa e ofereceu-me algumas gerberas - afinal a festejada era uma rapariga! - mas muito altas. Cheiravam tão bem e eram tão bonitas que não tive coragem de pedir outras. Depois ofereceu-me ainda alguns ramos (muito querida mas, afinal, somos amigas de longos anos!).
Mal cheguei a casa, entre fazer um refeição para alimentar 20 pessoas, pensei logo que não iria por aqueles ramos no centro de mesa. Eu queria um centro de mesa baixo, muito baixo. Por isso, pensei no que tinha. Única condição: cores vivas. Fui buscar couve flor, abacaxi, pimento amarelo, chalotas rochas, quiwis, laranjas, limões, limas, nabo, courgete, beringelas, uvas, tomate em rama (cheira e sabe maravilhosamente), maçãs reineta, golden e vermelha, bananas e salpiquei-as com as gerberas. Tudo o que tinha...
Deixei as flores altas para outros arranjos. No final de contas, tudo pode ser feito aproveitando o que temos e sem custos adicionais. Desta vez lembrei-me de alguns quadros de pintores clássicos, de naturezas mortas que misturam tudo e inspirei-me neles. Apeteceu-me ... ter um faisão!!! Mas não tinha e não pus...



12/04/2014

Foram muitos elogios. Hoje. Da In-mage.

Esta vem para aqui porque foram muitos elogios hoje. De quem menos esperava e com uma exclamação genuina. Ok. Opiniões. Mas não é só isso.
É que é de uma loja que descobri no Príncipe Real com coisas muito, muito giras e a bons preços e que se chama  in-mage . O Príncipe Real é agora uma zona de passagem obrigatória nos roteiros de moda, novidades, coisas diferentes, alternativas e muito apelativas.
Mas entrei na in-mage e tem uma coisa impagável em matéria de moda: uma senhora encantadora, que nos põe no coração e que é absolutamente sincera na hora de dar a opinião. É capaz de dar um rotundo "não" porque quer ver as pessoas bonitas com coisas que lhes fiquem bem e que, como ela diz, "digam bem da loja". Como eu a entendo! Quantas vezes penso eu que a roupa tem de contar uma história bonita sobre nós! GOSTEI IMENSO. E... detesto lojas em que as vendedoras dizem "fica-lhe tão bem!" e uma pessoa olha e apetece-lhe gritar para a vendedora:"a senhora tem mau gosto ou é mentirosa?" e para a Cliente:  "não leve! fica-lhe simplesmente HO-RRÍ-VEL. Fuja já daqui!"
Vamos ver:

11/04/2014

Andamos a ser lidos. Boas escolhas.

Parece mesmo que andamos a ser lidos e seguidos. Boas escolhas. Mesmo quando são as de uma princesa e são para andar pelo mundo inteiro. Neste caso da Nova Zelândia para as revistas e televisões do mundo inteiro. De qualquer forma, atenção: o blazer começou por andar no Blog da Maria... e as riscas ... nem se falam.... :) :) :)