03/04/2014

Converse All Star com Miss Dior handbag. Mix! Mix! Mix! Ou simplesmente .... misturada.

Fringed leather skirt + Converse All Star + Miss Dior handbag.

Andava doidinha por usar as minhas Converse (modelo All Star) preto total (love it!) com a carteira Miss Dior e a saia de franjas preta de cabedal. Mistura total e improvável, mas andava filada nisto.
Não contente, pus uma gola de pedraria em cima da camisola.
Saiu assim (desculpas pelas olheiras, pela palidez e pela cara total e completamente sem qualquer reboco... para além do meu maravilhoso creme de dia skin activator da Herbalife, não tive tempo que saí a correr do ginásio... desculpas...adiante...):


02/04/2014

O drama do frigorífico.

Ontem chamei o homem do frigorífico porque a porta do congelador não fechava. Há uns dias, diga-se em abono da verdade. E eu a empurrar para fechar a porta cada vez que ía à cozinha.
Ficou marcado que o homem vinha hoje "entre as 9H30 e as 13H00 minha senhora". E veio... às 12H40. Adiante...
"Ok. A porta não fecha, o frigorífico faz um barulho que parece um porta aviões e está cheio de gelo por dentro. Há 3 semanas mudaram-lhe uma peça e eu acho que não ficou bem."
 Durante a manhã liguei duas vezes, às 10H38 e às 12H20 e sempre a mesma respostas: "minha senhora, é entre as 9H30 e as 13H00".
Chega o homem finalmente. Às 12H40, ou seja: no fio do arame.
Levo-o ao frigorífico: "está a ver? não fecha."
O homem olha para o frigorífico e olha para mim. Para o frigorífico e para mim (e eu a pensar: qual é o veredito? tenho cara de inspiração?).
 "Ó minha senhora a porta do congelador não fecha porque a senhora tem cá coisas a mais" .
 Na figura mais parva que uma mulher pode fazer diante de um homem que compõe frigoríficos, aterrei em vergonha e cérebro de galinha, "... huuummm.... tenho? acha? ... não tenho... Então não vê que eu até tirei as prateleiras da porta? Olhe, estão aqui, vê?".
Pior emenda que o soneto. O homem: "A senhora tem coisas a mais no congelador. A porta está boa."
"huuuummmmm... não pode ser... eu até tirei as gavetas da porta, não vê?"
O homem (a pensar "esta é das burras e tenho de arrepiar caminho que assim não vou lá"): "Quer verificar? Vou mostrar à senhora"
Desata a tirar coisas lá de dentro e a porta fecha hermética e fortemente. Sem problemas.
Estúpida, tudo bem. Todos temos os nossos dias. Mas... fazer figura de galinha diante de um homem que arranja frigoríficos e que tem mais que fazer??? e ainda por cima ao fim de 3 (três!) longas horas à espera dele....
E o pior de tudo é que, no fim, arranjo desculpas para a minha estupidez: "é a mania que tenho de meter o Rossio na Betesga".
Aconteceu hoje. Foi comigo. Mais um "assobio na curva" mas este foi mesmo de burrinha. Cérebro de galinha. E parece que nem me faltou cacarejar. E é sempre chato quando isso é revelado - provas dadas com comprovação - a um homem que arranja frigoríficos e que tem mais que fazer na vida. Bem podia ter-me chamado estúpida. Tinha toda a razão. E todos os motivos do mundo. Mas educadamente foi-se embora a pensar que "a diferença entre esta mulher e uma galinha são as penas".
E o pior vai ser quando tiver que o chamar outra vez.

01/04/2014

Mais do mesmo. Mas não me rendo. Ponto.

Ok. Ok. Ok. É mais do mesmo. Mas não me rendo. Barrar a entrada à tristeza e depressão do tempo cinzento. Barrar a tristeza que nos leva para sítios onde não estamos bem. Uma barreira de muralhas longe da fortaleza onde se encontra o cofre-forte com o nosso coração. Que só pode estar CHEIO de coisas boas. Alegria porque os nossos motivos têm de ser SÓ de alegria. Mesmo quando tudo parece ir contra. Levantar a cabeça com o orgulho da alegria que temos dentro e que lixe (desculpem o termo) o resto. Não podemos deixar que seja o resto a lixar (desculpem o termo) a nossa alegria. O amor dos outros e aos outros, o Bem que temos. Que se lixe o resto e que vá para as urtigas.
E hoje as barreiras da fortaleza  passaram pela lã + renda.
Ok. Mais do mesmo. Que seja.
Com estas galochas que, qualquer dia, andam rotas de tanto uso...

31/03/2014

"It's raining again..." Look: cosy! cosy! cosy! Aconchegante!


Cosy, cosy, cosy...
Aconchegante.
Porque parece que a chuva vai acompanhar-nos até ao final da semana. 
Que seja!
Isso e, de permeio, demonstrar que, quando precisamos de óculos de ver ao perto a última coisa que
devemos fazer é escolher óculos-meias luas ou retângulos pequeninos, todos HORROROSOS à "avózinha". Ou seja: estilo precisa-se para ver ao perto. Um post que considero necessário que venha
para este blog porque uns óculos de ver ao pé estilosos tiram VINTE anos a quem os usa. Os óculos à avozinha põem QUARENTA anos em cima e deviam ser proibidos às mulheres (com os homens "outro galo cantará" e estou-me a lembrar dos Cartier em ouro que lhe dá uma classe que ...ui!).
DICA: usar um cachecol ou um lenço de cor forte faz toda a diferença de um look de tons neutros em dias cinzentos e chuvosos! 
Vamos lá ver:

30/03/2014

Look: "inqualificável".

Look inqualificável. Para mim porque estamos na Primavera e as temperaturas estão tão baixas e o tempo tão húmido que parece o pino do Inverno. Tenho frio, frio, frio.
Para outros inqualificável por ser pele + pelo. Neste caso, astracan. E porque uma mulher, como eu, que se atreve a utilizar as peles dos pobres animais devia ser esganada ou até esventrada, desossada e, por último, devia ser esfolada, arrancando-lhe a pele. Ok. Que seja. Vou-me finar de qualquer maneira. Que seja assim. No problem. Usem a minha pele (e o resto que esventrarem) como quiserem. Até lá, e no "entrementes", este casaco tão leve e tão quente tem-me dado um jeito que nem imaginam. Conforto de top.
Não vou entrar em discussões sobre o uso de peles. Mas se quiserem criar polémica, estejam à vontade. Com elevação, educação e moderação e outras coisas que acabem em "ão": mas dêem-lhe com força! Eu... continuo feliz com o meu casaco que é "ultra".

28/03/2014

Vi, experimentei e gostei # 6

Custam os olhos da cara e é pena que só se possam usar na praia. Mas isso não quer dizer que não sejam do melhor que há, que durem anos, anos e anos e que não fiquem lindos de morrer.
Ontem experimentei-os no El Corte Inglés e confirmo tudo isso.
Aqui ficam as fotografias do site oficial da La Perla e estes são ANNA CLUB by La Perla:

27/03/2014

Essenciais "meia estação" que vi, gostei e experimentei # 5

Riscas. Azuis e brancas. Trazem sempre cheiro a Primavera e mudança de estação. É certo que as tendências podem trazer muitas novidades, mas as riscas azuis e brancas são a novidade intemporal da Primavera.
Desta vez, aliei-as à tendência da época: as bermudas estão de volta.
Boa dica é juntá-las com apontamentos de cor forte, em vermelho, "fucsia" (do "rosa-choque" ao magenta), azul klein, laranja, amarelo limão,...
Ando de olho nestas. Mas, como custam 79€, e o tempo não está  para tecidos finos, venham os saldos...

26/03/2014

Essenciais estação de transição que "vi, experimentei e gostei" #4


Tanto faz sol como chove e a oscilação das temperaturas no mesmo dia causa dificuldades ao corpo de se
habituar e de se adaptar à temperatura.
Nesta mudança de estação, vou sugerir uns "essenciais" que eu vi, experimentei e de que gostei. Esta é a primeira série das próximas que estão na calha para entrar no blog. Tem chovido e, como "Abril águas mil" prevê-se que persista.
Por isso vamos começar pelo "trench coat".Para esta altura do ano, o útil é um de tecido mais fino que permita andar elegantes no meio da chuva primaveril que intercala com períodos de sol brilhante e quente.
Elegi este.  Custa 79,95€. O tecido é muito leve e amarrota-se imenso (o que acho que só aparentemente é um inconveniente porque acho giro o ar descontraído e usado que isso dá). Estou ansiosa por usá-lo com umas sandálias mas hoje tive de carregar nas camadas de roupa a começar por esta fabulosa raposa em verde muito escuro.
Aqui está o look:


24/03/2014

Foi uma bofetada de luva branca. Mas era do que precisava e fez-me bem. E (outras) coisas da minha vida...

Hoje, no ginásio (sim, não sei porquê, o ginásio é uma fonte de inspiração), entre encontrões de balneário com cacifos exíguos, acabei por perceber que quem estava ali era a Sofia. Uma miúda que, pela aparência, podia ser minha filha. Miúda de ar feliz e bem resolvido. "Olá! Não sabia que era a Sofia que estava aí". Ela: "Olá! está boa?" Eu: "Fazemos por isso... mas com este tempo, como podemos estar bem?" Ela: "o que é importante é o sol que temos dentro de nós."
Bofetada de luva grande me deu esta miúda. E nem ela percebeu. E eu vim daquele ginásio a sentir a urgência de me isolar para perceber que nuvens negras, dentro de mim, ensombram o sol que está na minha alma. E eu tenho esse Sol da minha alma. E essas nuvens impedem que eu seja luz para os outros. A luz que eles precisam. "Mea culpa, mea culpa, mea culpa,...)
Há muito tempo que não levava um encontrão assim, sem esperar. Mas muito eficaz. Eu acho que todos devíamos levar um encontrão destes para perceber que temos de parar para pensar.Necessidade de isolamento, introspecção, reflexão, meditação. Eu chamo-lhe oração. Oração urgente para perceber o que se anda a passar por aqui. Porque isso é que é importante para a nossa vida, incluindo a do dia a dia. Não é o mais urgente mas é seguramente o mais importante.

Tenho agora em cima da secretária um acórdão do Supremo Tribunal Administrativo. Desta vez os interesses que eu defendia decaíram. Perdi. Mas perdi bem. Porque este é um acórdão exímio, pensado, cuidado, dá-me as razões - num longo raciocínio de quem quer chegar à Verdade e à Justiça - e  tomou partido na discussão jurídica de um tema muitíssimo complexo. Fê-lo contra as pretensões que eu patrocinava. Mas fê-lo bem. Ponderadamente, analisou, uma por uma, as questões que estavam em causa e que lhe haviam sido submetidas à apreciação. Por mim e pela outra parte. E senti-me bem. E o meu Cliente também. Ficamos conformados e com a sensação de que se fez justiça. As coisas quando são explicadas - bem explicadas, com sabedoria, ponderação, discernimento, ciência - entram nas pessoas porque todas as pessoas são inteligentes e existe nelas uma aptidão natural, que vem da razão, para chegar à verdade. E para isso é preciso mostrar a verdade. Assim mesmo: com ciência, com sabedoria, com ponderação, com discernimento, sabendo ouvir (escutando) as razões das pessoas. O resto é só uma questão de paciência, de saber respeitar o ritmo de cada um. Com a certeza de que lá chegarão: à verdade, ao belo e, no que toca ao tema deste blog, à elegância. Com "assobios nas curvas", com certeza. Com erros com certeza. Mas lá chegarão. E isso é que importa.
Beijo da Maria.

23/03/2014

O peso não é tudo. O nosso corpo é aquilo que nós comemos. Nutrição: saudável!

Uma confissão: eu passo a vida a fazer dietas. Pronto. Já disse. Já escrevi. Não vou apagar.
Ora a minha vida não tem sido uma vida fácil. É muita labuta, é muito problema, é muito preocupação (e o pior é quando são mesmo pre-ocupações que não servem para nada e ando a lutar para que sejam só ocupações), é muito stress, é muita corrida, é muito trabalho. Por isso ando um bocadinho aflita comigo. E resolvi ir lavar mágoas para o ginásio. Diariamente treino intenso, níveis máximos. De tal maneira que dei comigo numa aula de spartans e foi preciso isto para perceber que o treino que ando a fazer, embora me faça suar muito (eu meti na cabeça que o suor me limpa a cabeça do stress), é para meninos e meninas. Spartans não tem explicação: é "muito à frente". E meti-me naquilo porque, se os outros conseguem, eu também consigo. E porque me faz subir de nível. Físico e não só. Isso e tudo o resto.
A questão foi a balança. Que tem a balança a ver com o exercício físico perguntarão os meus amigos? E perguntam bem.  E eu vou responder: