Queridos Amigos,
Parece-me impossível mas hoje estou outra vez em casa, doente, com os problemas pulmonares do costume. Desta vez não sei se hei-de só tomar brufen ou se hei-de ir ao antibiótico e são quase 5 da tarde e não me decidi a telefonar ao médico, irritada como estou de ser um vidrinho de estimação e não poder apanhar a mínima nesga de sol na cabeça ou uma diferença de temperaturas que fico logo doente. Que irritação! E cada vez estou pior. Um vidrinho! Já não me salvam os chapéus na cabeça nem os lenços no pescoço. Dias de noitada na rua e fico assim. Certo e sabido mas que é uma coisa que o subconsciente de uma mulher de borgas filtra e não deixa passar para aceitar, se recusa a admitir e depois é isto. Vacinas o ano todo: da gripe, dos pulmões,..,.. da renite e é isto. Já ontem estava de tal maneira que não consegui fazer nada no escritório (notou.se neste blogue que andei o dia a encher pneus a nível de trabalho...), não fui ao ginásio e limitei-me a vegetar. Estado de vegetação em que ainda estou hoje. O meu avô morreu disto, o meu irmão tem o mesmo que eu e passamos os dois a vida no pneumologista a ver se não morremos tão cedo como o nosso avô. São as marcas de uma família. Como o Adão e a Eva nos deixaram as deles, aos seus descendentes, nos quais me incluo. Ultimamente, não sei porquê, ando muito a pensar nestes dois.



