26/11/2011

Encontrei o Pedro Abrunhosa e quem dizia que a 6ª feira ia acabar assim?

Queridos Amigos

NÃO consigo deixar de vos contar isto...

Ontem, 6ª feira, às 19H30, é verdade que me sentia super "estilosa" mas queria chegar a casa, descansar, relaxar, desfrutar (lembram-se do fim de semana passado?).
Tinha acabado de marcar um encontro de última hora com os nossos amigos do coração, o Manel e a Vera: "estamos aqui num banco no jardim à frente da tua casa e está aqui o teu homem, vamos jantar e beber uns copos?". Eu: "Em minha casa há uns copos óptimos" E, pronto!, jantar combinado e eu ansiosa por chegar a casa. Ainda por cima tinha preparado umas beringelas recheadas que deviam estar óptimas (receita rápida e fácil, como todas as minhas, se quiserem, digam que a ponho neste blog).
Pois é queridos amigos, ainda a pensar nisto, paro nos semáforos da Av. da República, à entrada do túnel do Campo Grande e vejo, ao meu lado, um carro com o porta bagagem a abrir sozinho. Fico intrigada (seria distracção do condutor?), sai do carro o Pedro Abrunhosa.

25/11/2011

Little Happy hour



Little Happy hour

Agora em Português


Todos juntos agora

Segundo o novo tratado ortográfico

Ao minuto, 2'40 deste vídeo…




24/11/2011

Gourmet, louça, roupa interior e solidariedade!

Queridos Amigos,

Ao fim de apenas um dia de ginásio nesta semana (hoje é 5ª feira) e de reuniões intermináveis que me interrompem o interminável trabalho que tenho para fazer e os prazos a queimar (e dores de estômago só de pensar), sem conseguir gerir a coisa porque às 8 da noite é marcada reunião para as 10 da manhã do dia seguinte, dia reservado para uma dead line que, depois, ficou atulhado com coisas para acabar, estava mesmo precisadinha de um treino que me deixasse a pingar, cárdio entre os 84% e os 92%, non stop, aula de body atack ou cycle de 70 minutos, sair de lá com a adrenalina e o stress resolvidinhos, para depois conseguir meter o Rossio na Betesga.

"O" Chapéu aonde eu ontem deixei a minha cabeça


Queridos Amigos

Aqui fica o chapéu aonde eu ontem deixei a minha cabeça, não fosse custar 254€ e tinha vindo o chapéu e a cabeça:



23/11/2011

Pormenores de um dia ao acaso


Queridos Amigos,

Os pormenores de um dia ao acaso,

 


Vá lá Senhora, que o tempo esgota, a hora é pouca...


Little happy hour

De “Os Golpes”

Vá lá Senhora, a hora é pouca, o tempo esgota, vá escolher alguém p’rá amar

Luz e Sombras. A Urgência do Optimismo.

Luz e sombras de que a vida é feita. É urgente o optimismo.

 De Vitor Hugo,

"Quando a vista vê negro, o espirito vê turvo. No eclipse, na noite, na opacidade nebulosa, há a ansiedade, mesmo para os mais fortes" (*)

Vitor Hugo (1802-1865), em "Les Misérables", francês, autor também, entre outros, de "O Corcunda de Notre Dame", "O Último Dia de um Condenado" que influenciou Albert Camus,Charles Dickens e Fiódor Dostoiévski.

De René Magritte,

"A diferença entre o real e a representação, fazendo uma clara distinção entre ambos"


  


L'Empire des Lumieres, 1954
René Magritte
"... a paisagem leva-nos a pensar na noite, o céu no dia. Na minha opinião, esta simultaneidade de dia e noite tem o poder de surpreender e de encantar. Chamo a este poder poesia." René Magritte, no seu estilo "visual thinking"

22/11/2011

Street Style Hunting



Queridos Amigos,

Prometido é devido.

Aqui fica The Sartorialist, ou melhor, Scott Schuman, em plena "caça", na cidade de Tókio, Japão.
“A essência da moda em si mesma: trata-se da maneira como as pessoas expressam aquilo que são através das suas roupas e das suas escolhas”. E concluir: eu posso ser um melhor eu

A partir do minuto 5’53 deste vídeo:

21/11/2011

Ui! Eis o primeiro.

Queridos Amigos,
Andava aqui hoje a pensar em não comprar nada para mim e em ir buscar coisas antigas, misturar tudo e pôr a parecer novo. Coisas que inesperadamente ficam bem umas com as outras sem pertencerem ao mesmo género, percebem? Numa de total reciclagem. Foi o que fiz hoje de manhã e queria mostrar-vos como fiz isto porque estas misturas são tão inspiradoras...
Eu não me queria mostrar a mim (não queria, nem quero: vejam mais à frente porquê), isso parece-me tão narcísico, não tem a ver comigo que sou miúda tímida. Pensei pôr estas misturas num cabide e pedir ao Zé para fotografar, mas não era a mesma coisa, não era..
E, pronto, queridos leitores.  Como uma imagem vale mais que mil palavras … não hesito mais e VOU MOSTRAR!


20/11/2011

A Publicidade

Queridos Amigos,

Gosto de publicidade, influencia-me e inspira-me.

O que eu fico furiosa é com marcas que só vendem porcarias (desculpem o termo) que já ninguém usa, que parecem saídas de uma quermesse de coisas usadas de há 20 anos, que as pessoas não compram porque para lixo já têm muito em casa e não pagam por ele. No caso, falo de uma marca de roupa de que já ninguém fala, não se vê numa única produção de moda, numa única revista, num único blog porque, simplesmente, perdeu todo o interesse. Deixou de ser usada porque não se actualizou, não cuidou de pensar nas pessoas e no que elas gostam, não vende e está decerto em falência ou pre falência, sem dinheiro para pagar publicidade de jeito e que, de repente, por roubar abusivamente a imagem de figuras públicas, aparece em todos os telejornais e em todo o sítio, sem pagar um cêntimo, nem pelo uso da imagem dessas pessoas (que, ladra, roubou) nem pelo tempo de antena (se fosse contratar uns top models tinha de lhe pagar…) . Não vou falar da marca porque não caio na rasteira manhosa que lançou para, de forma rasca (desculpem o termo), ignóbil e grátis, pôr as pessoas a falar dela.  Maneira rasca porque foi a pior de todas, roubando às pessoas o direito à imagem que têm, abusando-as e utilizando-as nos anúncios mais chulos (desculpem o termo) que já vi. Direito à imagem, em primeiro lugar, de não ser associadas a uma marca de roupa que só vende monos e faz porcarias, a que toda a gente é indiferente e que não diz nada a ninguém. Um marca que não se impõem por oferecer às pessoas coisas de que elas gostem, mas através de expediente manhosos e traiçoeiros   de, sem autorização, roubar a imagem a que todas as pessoas têm direito, sem excepção, gostemos delas ou não.